Considerado traidor pelo Kirchnerismo, a decisão do vice-presidente da Argentina, Julio Cobos, de derrotar o projeto das retenções no Senado o transformou em um símbolo da classe média e dos ruralistas.Até o mês passado, era um vice desconhecido da maioria da população e integrante do chamado “baixo clero”. Ele entrou em rota de colisão com a presidente Cristina Kirchner e o ex-presidente Néstor Kirchner quando tentou ser protagonista de um consenso entre governo e ruralistas. Pela característica do Kirchnerismo, consenso é uma palavra quase que proibida. O casal tem como marca o confronto.
Segundo a imprensa local, pesquisas indicam que a popularidade de Cobos já supera a de Cristina. Embora o vice diga que não irá renunciar, existe uma forte pressão interna na Casa Rosada para que ele deixe o governo. Caso ceda às pressões, ele se transformaria numa alternativa de poder e num “perigoso” oponente do casal Kirchner.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Ayer aparecieron afiches en la Capital Argentina contra el ex gobernador de Mendoza : “Más solo que Cobos en el día del amigo” , rezan los carteles……..
Yo agregaría….
“MAS VALE SOLO, QUE MAL ACOMPAÑADO…”
No les parece……?
Un abrazo, Julio.