Posts de Fevereiro, 2008
Blanca Ovelar, Eleições Paraguaias, eleicoes, Fernando Lugo, Lino Oviedo, Nicanor Duarte Frutos, Paraguai, Partido Colorado, política
In Paraguai on Fevereiro 29, 2008 at 12:02 pm
A pesquisa realizada pela empresa COIN (Consummer Inteligente S.A.) indicou que, se for confirmada a baixa participação do eleitorado na disputa presidencial (pouco mais de 60%) como em 2003, Fernando Lugo (candidato da Aliança Patriótica para a Mudança) é o favorito para vencer a eleição de 20 de abril.No entanto, a pesquisa também aponta que governo pode chegar a um empate técnico com a oposição se ocorrer uma baixa participação (em torno de 50%). Assim, quanto maior for a participação, maiores as chances da oposição.
Considerando uma participação superior a 60%, os números foram os seguintes: Fernando Lugo (37,9%), Lino Oviedo (29,7%), Blanca Ovelar (26,9%), Pedro Fadul (2,4%) e (3,1%) votariam em branco.
Na última eleição, em 2003, o comparecimento às urnas foi de 64,29%. Nesse ano, Nicanor Duarte Frutos venceu a disputa com 37,14% dos votos válidos.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
América Latina, EUA, fornecimento energetico, Petróleo, produção de petroleo, relações EUA America Latina
In América Latina, EUA on Fevereiro 29, 2008 at 12:01 pm
Com o objetivo de baixar os altos custos de energia, a Casa Branca, por meio de seu porta-voz Dana Perino, pediu que os países produtores de petróleo aumentem seu fornecimento e a produção doméstica. Com isso, os EUA pretendem que seja encontrada uma solução de curto prazo para o problema.Em declarações à imprensa, Perino também manifestou seu desejo de que a produção nos EUA seja incrementada, sem deixar de preservar o meio-ambiente.
Entre os fornecedores de petróleo encontram-se países que os norte-americanos possuem péssimas relações (Venezuela e Irã, por exemplo) e, por isso, os EUA querem incentivar o aumento da produção doméstica como forma de reduzir a dependência em relação a essas nações.
Por outro lado, os norte-americanos demonstram preocupação com a questão ambiental como forma de ganhar simpatia junto à comunidade internacional.
Desde a recusa do país em assinar o protocolo de Kyoto e a invasão do Iraque em contrariedade com a ONU (Organização das Nações Unidas), os EUA vêm perdendo credibilidade internacional.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Cuba, eleiçoes nos EUA, EUA, EUA e America Latina, Fidel Castro, Hillary Clinton, Hugo Chavez, Raul Castro, relaçoes com Venezuela, Venezuela
In EUA, Venezuela on Fevereiro 29, 2008 at 11:53 am
A Venezuela está comprando quatro vezes mais armas do que necessita sua defesa nacional. A avaliação foi feita pelos dois chefes mais importantes da inteligência norte-americana, Michel McDonnell e Michael Maples. No entendimento deles, o objetivo disso é desestabilizar os países amigos dos EUA, como por exemplo, a Colômbia. A constatação foi apresentada durante audiência no Comitê dos Serviços Armados do Senado.O diretor da Inteligência Nacional, Michael McDonnell, disse que a Venezuela busca submarinos e mísseis anti-aéreos. Essas aquisições, somadas à compra de armas russas, superariam os US$ 3 bilhões.
O diretor da Agência de Inteligência para a Defesa, Michael Maples, disse que têm ocorrido discussões sobre o tipo de uso que a Venezuela faria dos armamentos entre nações sul-americanas.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
comunismo cubano, continuidade em Cuba, Cuba, democracia, exilados, Fidel Castro, governo, Granma, Miami, política, Raul Castro, transiçao
In Cuba on Fevereiro 28, 2008 at 11:27 am
A saída de Fidel Castro do posto de “Comandante Chefe” do governo cubano não representa a mudança que muitos esperam. Sua saída voluntária do governo demonstra que a política dos EUA de pressionar Cuba por 50 anos não funcionou. Fidel resolveu sair porque sua condição física não suportava mais e não por pressão de Washington.A entrada de Raúl Castro representa o continuísmo. Informações diretas da ilha garantem que Raul é menos flexível do que seu irmão, menos carismático e não terá medo de adotar fortes medidas para diminuir a onda de “oba-oba” que se instalou na mídia internacional desde que Fidel anunciou seu afastamento.
Simbolicamente, a saída de Fidel do posto político mais alto do país é um grande feito. Sendo uma das figuras do século XX, Fidel é o único personagem ativo de um mundo polarizado e tenso. Sua imagem, hoje, vale mais do que suas mensagens e sua capacidade de convencimento. Em um mundo onde as idéias socialistas do passado são consideradas utópicas e às vezes até ridículas (principalmente tendo Hugo Chávez como principal porta-voz do socialismo pré-89), Fidel era a lembrança de um mundo que não prosperou, que não soube perder.
Cuba se manterá como está durante algum tempo. Raúl Castro é apenas cinco anos mais novo do que Fidel e com uma saúde longe do ideal. Seu legado não resistirá muito tempo. Por mais que a ilha continue dentro do “mais do mesmo”, Raúl Castro representa uma substituição aos 43 minutos do segundo tempo, de um jogo perdido há 19 anos.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
apoio a Cuba, Argentina, Brasil, Congresso Nacional, Cuba, Hugo Chavez, ingresso da Venezuela, Lula, Lula e Cuba, Mercosul, Paraguai, Raul Castro, Uruguai, Venezuela
In Brasil, Cuba, Mercosul on Fevereiro 28, 2008 at 11:25 am
Os investimentos para exploração de gás natural na Bolívia só vão surtir efeito daqui a quatro anos, em 2012. A afirmação foi feita pelo presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista concedida a um programa de TV argentino, segundo a BBC Brasil. “A Bolívia tem muito gás, mas esse gás precisa ser explorado. E para ser explorado tem que ter investimentos, e o resultado destes investimentos não aparece no dia seguinte. Até 2012, vamos ter que tirar quase que da própria pele para atender às necessidades do mercado argentino, do mercado brasileiro”, afirmou Lula.Para o brasileiro, até 2012 deverá ser produzido o equivalente a 73 milhões de metros cúbicos de gás. Hoje, essa produção está em torno de 45 milhões. A declaração de Lula foi dada à emissora Todo Notícia. No entendimento do presidente, o problema energético é estrutural e não conjuntural.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Cuba, eleiçoes nos EUA, EUA, EUA e America Latina, Fidel Castro, Hillary Clinton, Hugo Chavez, Raul Castro, relaçoes com Venezuela, Venezuela
In Cuba, EUA, Venezuela on Fevereiro 28, 2008 at 11:24 am
A pré-candidata a presidente dos EUA, Hillary Clinton, criticou a postura de seu colega de partido, senador Barack Obama, em relação à política externa norte-americana para Cuba, Venezuela e Irã. De acordo com ela, Obama não dispõe de experiência em política internacional. Numa tentativa de se diferenciar de seu concorrente, Hillary disse que não manterá relações com líderes do Irã, Coréia do Norte, Venezuela ou Cuba sem condições prévias.Para Hillary, os EUA não podem agendar encontros com líderes dessas nações porque estaria legitimando estes regimes e debilitando o prestígio norte-americano. Diferentemente de Hillary, Obama acredita que os EUA não devem temer o diálogo com seus inimigos. No entanto, entende que ele devem ocorrer com cuidados preparatórios.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
América Latina, Argentina, Bolívia, Brasil, Cristina Kirchner, diplomacia, encontro, energia, Evo Morales, exploração de petroleo, Lula, Petróleo, Petrobras na Bolivia, política, Sucre
In Bolívia, Brasil on Fevereiro 28, 2008 at 11:22 am
O jornal La Razón informou que a Petrobras iniciou a exploração de um novo poço de petróleo no sul da Bolívia, o que confirma a retomada dos investimentos da empresa nesse país. As informações foram divulgadas pela agência Afp.A estatal brasileira começou a perfurar o poço Ingre-X1 em um distrito do departamento de Sucre (sudeste), com um custo aproximado de US$ 40 milhões. Neste mesmo local, a espanhola Repsol descobriu, em 2006, um grande campo de gás, segundo a imprensa boliviana.
De acordo com um relatório técnico da empresa, o poço será perfurado até alcançar 4.810 metros. A Petrobras pretende investir este ano na Bolívia US$ 231 milhões em atividades de exploração.
As principais companhias, além da Petrobras, presentes na Bolívia são a Chaco (British Petroleum), a Repsol, a argentina Pluspetrol e a francesa Total.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Brasil, crise energética, economia, Eleições Paraguaias, energia, Fernando Lugo, Itaipu, Lula, Paraguai
In Brasil, Paraguai on Fevereiro 27, 2008 at 11:09 am
O favorito na eleição presidencial paraguaia, o ex-bispo Fernando Lugo, pretende rever os termos da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Existe no Paraguai uma insatisfação com o destino da quase totalidade dos 45 mil gigawatts; hora por ano destinada para o Brasil. Esse volume representa metade da produção da Itaipu.Os outros dois candidatos fortes na disputa, Blanca Ovelar e Lino Oviedo, também anunciam a pretensão de renegociar pontos do Tratado de Itaipu. Apesar disso, apenas Lugo utiliza com maior intensidade em seus discursos a recuperação da soberania estratégica como proposta. O ex-bispo é o representante da Aliança Patriótica para a Mudança, legenda que une 7 partidos e 11 movimentos sociais.
Lugo também afirma em seus discursos que abrirá negociações para derrubar a exigência que obriga o Paraguai entregar ao Brasil a energia excedente. O ex-bispo ainda sustenta que pretende discutir o “preço de mercado justo”. A meta do candidato de oposição é elevar o retorno anual de US$ 200 milhões para US$ 1,8 bilhão.
Embora negue a inspiração em Evo Morales (presidente da Bolívia), lideranças políticas que apóiam Lugo ressaltam a decisão boliviana de mudar os contratos de exploração e produção de gás, aumentando o volume de recursos que ingressam na economia local.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Chile, crescimento economico, crise energética, economia, economia chilena, gás natural, gás natural boliviano, Michelle Bachelet
In Chile on Fevereiro 27, 2008 at 11:08 am
“O Chile é o último e vulnerável elo de uma corrente sobrecarregada de fornecimento de gás na região em que políticas populistas seguraram o desenvolvimento das reservas de energia”. A avaliação foi feita pelo jornal britânico “Financial Times” ao destacar os problemas que o Chile vive em razão da crise entre Brasil, Argentina e Bolívia.De acordo com a subsecretária de finanças do Chile, Maria Olívia Recart, as restrições ao gás podem cortar entre 0,5% a 1,0% do PIB (Produto Interno Bruto) do país. O “Financial Times” destaca que a economia chilena deverá crescer 4,6% em 2008 contra 5,2% do ano passado.
No entendimento do jornal britânico, o baixo custo de serviços na Argentina impediu investimentos para aumentar a produção doméstica de gás e o governo vem dependendo de complementos da Bolívia. No entanto, “a Bolívia fracassou em atrair investimentos para aumentar sua produção desde que nacionalizou o setor de hidrocarbonetos em 2006”.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Argentina, Brasil, Congresso Nacional, Hugo Chavez, ingresso da Venezuela, Lula, Mercosul, Paraguai, Uruguai, Venezuela
In Brasil, Mercosul, Venezuela on Fevereiro 27, 2008 at 11:06 am
O Congresso pode aprovar em dois meses o protocolo de adesão plena da Venezuela ao Mercosul, bloco integrado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, informou o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, em entrevista publicada na sexta-feira (22) pelo jornal “Clarín” de Buenos Aires. As informações foram divulgadas pela agência Efe.Segundo Amorim, o Brasil trabalha ativamente para demonstrar que deseja uma parceria com a Venezuela e que não deve haver temores à entrada integral dos venezuelanos no Mercosul.
Assinado pelos presidentes em 4 de julho de 2006, o protocolo de adesão da Venezuela deve ser aprovado pelos Parlamentos dos quatro membros fundadores do bloco para entrar em vigência, o que já foi feito pelos Legislativos de Argentina e Uruguai.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
comércio exterior, economia venezuelana, Hugo Chavez, pacote economico venezuelano, partido socialista, PDVSA, Petróleo, politica venezuelana, PSUV, Venezuela
In Venezuela on Fevereiro 27, 2008 at 11:04 am
O governo venezuelano anunciará nos próximos dias um conjunto de políticas econômicas que serão aplicadas para controlar a inflação e melhorar a qualidade de vida da população. O anúncio foi feito pelo ministro de Planejamento e Desenvolvimento da Venezuela, Haiman El Troudi, para a Televen.Ele adiantou que se trata de um plano articulado cuja aplicação se dará por meio de um cronograma pelo qual permite baixar as expectativas daqueles que querem obter recursos para investimento produtivo ou empreendimento familiar. Em relação ao desabastecimento, ele disse que o governo está trabalhando nisto a mais de um mês para solucionar o problema.
Para isso, serão aplicadas iniciativas como a flexibilização dos tramites das importações e o pagamento a vista das importações de alimentos.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Blanca Ovelar, Eleições Paraguaias, eleicoes, Fernando Lugo, Lino Oviedo, Nicanor Duarte Frutos, Paraguai, Partido Colorado, política
In Paraguai on Fevereiro 27, 2008 at 11:03 am
As maiores dificuldades de crescer a campanha de Blanca Ovelar (candidata do partido colorado) deve-se à sua proximidade com o presidente do Paraguai, Nicanor Duarte Frutos, e à perda de eleitores no interior do país. A constatação foi feita por um representante do governo, segundo o jornal “ABC Color”.Esta proximidade com o atual presidente faz com que a ex-ministra da Educação não adote um discurso questionador. Como conseqüência, ela não encarna a bandeira da mudança. Embora seja a representante dos colorados, analistas acreditam que seu partido está muito desgastado em razão de estar muito tempo no poder (60 anos).
O jornal paraguaio destaca ainda que os últimos candidatos a presidente dos colorados, mesmo representando o governo, sempre adotaram uma postura mais independente. Esta falta de um discurso alternativo torna Ovelar um apêndice do atual governo.
Quem aproveita isso é Fernando Lugo, candidato de oposição. Ele apresenta-se como mudança e adota um forte discurso contra o governo. Ovelar precisa mudar sua estratégia se quiser ter chances, pois, por melhor que seja um governo, o eleitorado gosta de coisas novas e valoriza quem oferece propostas para o futuro.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
América Latina, Argentina, Bolívia, Brasil, Cristina Kirchner, diplomacia, encontro, energia, Evo Morales, Hidreletrica, Lula, Ministério de Minas e Energia, política
In Argentina, Bolívia, Brasil on Fevereiro 27, 2008 at 11:02 am
Brasil, Argentina e Bolívia vão construir cinco hidrelétricas com o objetivo de, juntos, buscarem alternativas para a carência energética na região. A afirmação foi feita ontem pelo ministro brasileiro de Minas e Energia, Edison Lobão. Ele disse que serão três hidrelétricas na Argentina e duas em território boliviano – juntas, produzirão em torno de 10 mil MW. No total, serão investidos R$ 30 bilhões.Segundo Lobão, o governo vai recorrer à ajuda internacional para garantir a realização das obras, se for necessário. Os ministros dos três países, vão elaborar um plano conjunto das obras, em dez dias, no qual definirão cronograma e os locais das construções das usinas.
A ministra brasileira de Meio Ambiente, Marina Silva, foi chamada para participar das conversas sobre as hidrelétricas, informou Lobão. A idéia é evitar dificuldades na concessão de licença ambiental das hidrelétricas do rio Madeira, em Rondônia.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
América Latina, Argentina, Bolívia, Brasil, Cristina Kirchner, diplomacia, encontro, energia, Evo Morales, Lula, Ministro Celso Amorim, política
In Bolívia, Brasil on Fevereiro 26, 2008 at 4:24 pm
Os problemas na oferta de gás boliviano para satisfazer a demanda de Argentina e Brasil podem ser solucionados com maiores investimentos na Bolívia, pois essa é a melhor maneira de ajudar esse país e sua estabilidade, afirmou o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, em entrevista ao jornal “Clarín”. Ele disse que a Petrobras já anunciou que deseja investir mais de US$ 1 bilhão para aumentar a capacidade de produção. As informações foram divulgadas pela agência Efe.Ronda os 40 milhões de metros cúbicos diários a atual produção boliviana de gás, que subirá este ano a 42 milhões, frente a uma demanda do mercado externo e interno de 46 milhões de metros cúbicos.
De acordo com Amorim, além de maiores investimentos na Bolívia, é necessário um trabalho conjunto entre Brasil e Argentina em outras áreas de energia, inclusive a nuclear.
Na sexta-feira passada (22), o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente argentina Cristina Kirchner decidiram desenvolver um reator nuclear para aliviar a demanda crescente de energia elétrica nos dois países. Os dois líderes planejam também criar uma empresa binacional de enriquecimento de urânio.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
América Latina, Argentina, Bolívia, Brasil, crise energética, gás boliviano, gás natural, politica latino americana
In América Latina, Argentina, Bolívia, Brasil on Fevereiro 26, 2008 at 4:21 pm
“A crise energética sul-americana deixou de ser um cenário hipotético para se transformar em ameaça real, diante da qual todos os governos da região estão adotando medidas de urgência para evitar que dentro de poucos meses comecem os cortes massivos de fornecimento de energia. E a tensão política já começa a notar-se”. A afirmação foi feita pelo jornal “El País” (Espanha), segundo a BBC Brasil.De acordo com o periódico, a presença do presidente Evo Morales (Bolívia) no encontro ocorrido entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil) e Cristina Kirchner (Argentina) é um sinal do agravamento da crise energética.
Atualmente, o Brasil importa da Bolívia um volume de gás natural dez vezes maior que a Argentina. No entanto, o governo boliviano informou que não terá condições de cumprir os contratos estabelecidos inicialmente, a não ser que o Brasil abra mão de parte de seu gás para a Argentina.
Na avaliação do “El País”, Kirchner poderia recorrer ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, devido à dificuldade do Brasil em abrir mão do gás em favor da Argentina.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
abastecimento, Argentina, Bolívia, Brasil, crise energética, Cristina Kirchner, energia, Evo Morales, gás natural, importação de gás, Lula
In Argentina, Bolívia, Brasil on Fevereiro 26, 2008 at 4:18 pm
Embora não abra mão de nenhuma parte do gás importado da Bolívia, o Brasil ofereceu à Argentina transferência de energia elétrica como alternativa. A decisão ocorreu após uma reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil) e Cristina Kirchner (Argentina). A proposta apresentada pelo Brasil contempla um repasse de energia brasileira nos meses de inverno, estação na qual a Argentina corre risco de desabastecimento causado pelo aumento da demanda por eletricidade destinada ao aquecimento das residências e indústrias.Existe uma preocupação por parte de Lula em não criar um mal-estar com a Argentina devido à recusa em repassar gás boliviano aos argentinos. Segundo o governo brasileiro, o país necessita da totalidade dos 30 milhões de metros cúbicos de gás importados de La Paz.
Após participar do encontro com Lula e Cristina, o presidente Evo Morales (Bolívia) afirmou, em entrevista ao jornal argentino “Clarín”, que a Bolívia não conseguirá atender as demandas de Brasil e Argentina e defendeu a distribuição das cotas do gás vendido aos dois países.
Com base no acordo firmado em 2006 entre a Bolívia e o então presidente da Argentina, Nestor Kirchner, o primeiro país deveria fornecer 7,7 milhões de metros cúbicos de gás para o segundo. Porém, como conseqüência do aumento da demanda interna e do fornecimento ao Brasil, há o risco de serem repassados apenas 2 milhões de metros cúbicos diários.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
comércio exterior, economia venezuelana, Hugo Chavez, partido socialista, PDVSA, Petróleo, politica venezuelana, PSUV, Venezuela
In Venezuela on Fevereiro 26, 2008 at 4:17 pm
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, foi designado no último sábado como presidente do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela). Segundo o coordenador da Comissão Promotora Nacional do partido, Jorge Rodríguez, a decisão foi tomada por unanimidade entre os 1.800 delegados que participaram da 5ª Assembléia do PSUV.Também foi aprovado o sistema de seleção de autoridades nacionais temporárias. Cada delegado indicará três nomes que serão avaliados por Chávez. Os postulados formarão uma lista de candidatos à direção nacional e serão submetidos a um processo de votação onde irão participar porta-vozes, suplentes e comissionados dos batalhões socialistas.
Esta mesma estrutura será responsável pela definição dos candidatos do PSUV às candidaturas de prefeitos e governadores nas eleições deste ano.
Segundo o diretor do Comitê de Disciplina e Organização revolucionária do partido, Diosdado Cabello, a diretiva do PSUV será confirmada no dia 10 de março.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
comércio exterior, economia venezuelana, ENI, Hugo Chavez, Itália, PDVSA, Petróleo, politica venezuelana, Venezuela
In Venezuela on Fevereiro 22, 2008 at 10:41 am
Com o objetivo de solucionar um conflito de interesses, evitando à arbitragem internacional, a estatal PDVSA (Petróleos de Venezuela S/A) e a companhia italiana de energia ENI-Dación assinaram ontem um acordo. As informações foram divulgadas pela Gazeta Mercantil.A Venezuela decidiu recuperar o controle das operações de prospecção e extração de petróleo na Faixa de Orinoco, a maior reserva de hidrocarbonetos do mundo, o que causou o conflito.
Com capacidade de produção de 50 mil barris diários de petróleo pesado, a ENI-Dación teve o controle de seu campo tomado pela PDVSA, em 1º de abril de 2006. Como conseqüência, a petrolífera italiana recorreu à arbitragem para defender seus investimentos (avaliados em US$ 483 milhões).
De acordo com o ministro venezuelano de Energia e Petróleo e presidente da PDVSA, Rafael Ramírez, a assinatura desse acordo descarta a opção de arbitragem.
Com o intuito de resolver o problema da nacionalização das operações na Faixa de Orinoco, a única companhia petrolífera que optou pela “agressão e beligerância”, atualmente, foi a norte-americana Exxon Mobil. Um forte avanço nos preços do petróleo está sendo impulsionado pelas tensões entre a Venezuela e a empresa dos EUA.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Brasil, Cuba, dependencia economica, Fidel Castro, governo, Hugo Chavez, Lula, politica latino americana, socialismo, transiçao, Venezuela
In Brasil, Cuba, Venezuela on Fevereiro 22, 2008 at 10:39 am
O Brasil poderá ser uma alternativa à dependência de Cuba da Venezuela, afirmou ontem o jornal americano Washington Post em um artigo que comenta a “política punitiva fracassada” dos EUA em relação à ilha. As informações foram divulgadas pela BBC Brasil.A pesquisadora do Lexington Institute, Anya Landau French,
e autora do artigo “Nossa fracassada política de punição”, cita o Brasil como exemplo de países que, ao contrário dos EUA, optaram por manter relações construtivas com Cuba e poderiam se beneficiar com isso. Segundo French, Venezuela, China, Canadá, Espanha e Brasil têm, hoje, presença robusta na ilha, e por isso o próximo presidente americano deve retomar algum tipo de relação com o país para não ficar a ver navios. “A renúncia do presidente cubano Fidel Castro, em seus próprios termos, anunciada na terça-feira (19), demonstrou que os esforços dos EUA para isolar o país e derrubar seu governo socialista fracassaram”, ressaltou a autora.
Ela recomenda também medidas para que o próximo presidente americano aumente a influência dos EUA em Cuba em nome da segurança nacional do país: “diminuir o fluxo de imigrantes ilegais; aumentar a segurança em torno da base americana de Guantánamo; impedir nas águas territoriais cubanas o trânsito de traficantes de drogas que seguem para os EUA; e proteger a costa da Flórida de danos ambientais causados pela exploração estrangeira de petróleo nas águas cubanas.”
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
América Latina, Argentina, Bolívia, Brasil, Cristina Kirchner, diplomacia, encontro, energia, Evo Morales, Lula, política
In Argentina, Bolívia, Brasil on Fevereiro 22, 2008 at 10:37 am
Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil), Evo Morales (Bolívia), e Cristina Kirchner (Argentina), encontram-se no próximo sábado (23) para discutir um acordo energético entre os três países. As informações foram divulgadas pela agência G1.De acordo com o porta-voz brasileiro da presidência, Marcelo Baumbach, o governo brasileiro poderá ajudar a Argentina a enfrentar uma escassez de energia nos meses de inverno fornecendo energia elétrica, como já fez no passado, mas descarta abrir mão do gás natural vindo da Bolívia.
“A impossibilidade de abdicar de parte do gás em favor da Argentina, como quer a Bolívia, não significa indisposição a um eventual acordo”, afirmou Baumbach . Ele acrescentou ainda que existe por parte do Brasil a vontade de cooperar com a Argentina e lembrou que, no passado, o seu país cooperou de outras formas, com fornecimento de energia elétrica.
Em visita a Brasília na semana passada, o vice-presidente boliviano Álvaro García Linera disse que o país não teria capacidade de fornecer gás para Argentina e Brasil nos meses de inverno, quando sobe o consumo. A proposta boliviana é que o Brasil, apesar de poder comprar até 30 milhões de metros cúbicos por dia de gás, recebesse de 27 a 29 milhões (o que seria a média anual de consumo), e que a diferença fosse encaminhada à Bolívia.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Cuba, democracia, economia, exilados, Fidel Castro, governo, Granma, Jose Dirceu, Miami, política, Raul Castro, transiçao
In Cuba on Fevereiro 22, 2008 at 10:35 am
A renúncia de Fidel Castro do poder em Cuba abrirá áreas da economia na ilha que antes não estavam abertas ao capital estrangeiro, afirmou ontem o ex-ministro-chefe da casa Civil brasileira, José Dirceu, em entrevista à rádio Eldorado. Segundo ele, o país se apóia basicamente no turismo e exportação de serviços médicos, mas é rico em minerais como o níquel e o calcário. As informações foram divulgadas pela agência Reuters.Dirceu disse que Cuba tem uma das maiores reservas de calcário das Américas, e por isso pode ser um grande exportador de cimento, apesar de exigir muita energia. No entanto, ele lembrou que a questão energética melhorou muito com o apoio da Venezuela na reestruturação do setor.
O ex-ministro brasileiro, durante o seu exílio, trabalhou, recebeu treinamento militar, estudou na ilha e lá fez uma cirurgia plástica para alterar sua aparência. Retornou ao Brasil, definitivamente, em 1980, com a anistia política.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Cuba, democracia, exilados, Fidel Castro, governo, Granma, Miami, política, Raul Castro, transiçao
In Cuba on Fevereiro 21, 2008 at 10:57 am
Serenidade e ceticismo. Essa foi a reação dos exilados cubanos residentes em Miami (EUA), após Fidel Castro renunciar a presidência de Cuba. Na avaliação feita pelos exilados, não haverá grandes mudanças na ilha. Em entrevista concedida à agência Efe, Tony Alfonso (ex-professor da uma escola) “é o fim de uma era, a era Fidel Castro. Porém, não é o final do castrismo porque Raúl Castro representa o continuísmo”. De acordo com Alfonso, “Raúl fará pequenas mudanças para manter-se no poder”.A avaliação desse exilado vai no mesmo sentido da realizada por analistas, ou seja, as mudanças a serem realizadas serão tímidas. Além disso, o professor Jaime Suchlicki (professor da Universidade Miami) acredita que “poderá ocorrer um aumento da repressão interna para conter reações populares que desejam mudanças”.
Outra situação que não pode ser descartada é o maior interesse do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, na transição cubana. Por ser o maior representante do sentimento anti-americano na América Latina, o Chávez deverá ter mais interesse em Cuba devido à representatividade de seu símbolo para a esquerda na região.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
Blanca Ovelar, eleicoes, Fernando Lugo, Lino Oviedo, Paraguai, Partido Colorado, política
In Paraguai on Fevereiro 21, 2008 at 10:55 am
Os resultados das últimas pesquisas eleitorais que dão a liderança ao candidato de oposição e ex-bispo, Fernando Lugo, estão preocupando Blanca Ovelar, a representante do partido colorado. Em função disso, o pesquisador Enrique Taka Chase foi convocado pelo comando da campanha para explicar os resultados das sondagens.Segundo ele, a candidata manifestou sua preocupação pelo fato de estar atrás de Lugo na pesquisas. Em alguns casos, Ovelar perde também para Lino Ovelar, amargando assim o terceiro lugar na sucessão presidencial. De acordo com a imprensa local, a versão revelada por Chase foi confirmada pela candidata colorada.
A convocação do pesquisador faz parte da estratégia de Ovelar para avaliar qual tipo de comunicação será mais eficaz para melhorar a imagem da candidata.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
crise, economia, governo, Hugo Chavez, Manuel Rosales, PDVSA, Petróleo, política, Venezuela
In Venezuela on Fevereiro 20, 2008 at 7:04 pm
A situação da PDVSA (Petróleos da Venezuela S.A.) é alarmente. Durante o governo do presidente Hugo Chávez, a estatal petroleira tornou-se uma fonte de negócios político-partidária. A afirmação foi feita pelo governador do Estado de Zuliá e candidato derrotado na última eleição presidencial, Manuel Rosales, em entrevista concedida à emissora de rádio DPA.No seu entendimento, é importante o país saber que, apesar da política de expansão da PDVSA, a sua estrutura foi partidarizada pelo atual governo.
Rosales disse também que a estatal apresenta elevados índices de corrupção. O governador acrescentou ainda possuir informações que grupos guerrilheiros da Colômbia estão treinando delinqüentes.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
comunismo, Cuba, Fidel Castro, Granma, Raul Castro, revolução, transiçao
In Cuba on Fevereiro 20, 2008 at 7:03 pm
Apesar de ter renunciado a presidência de Cuba, Fidel Castro mantém o controle da ilha por controle remoto. A afirmação foi feira pelo poeta e dissidente cubano Raúl Rivero, que está exilado na Espanha. No seu entendimento, “a decisão de Fidel em não aceitar o cargo que ocupava não é uma renúncia da liderança, mas um controle absoluto que exerce sobre a nação desde a revolução de 1959”.Para Rivero, a despedida de Fidel Castro não ocorrerá porque ele continuará a ditar os rumos a serem seguidos pela ilha. A partir de agora, o cubano dará continuidade ao governo por meio dos editoriais do jornal “Gramna”.
Ainda que haja uma reação positiva da comunidade internacional que espera uma transição democrática, ela deverá ser lenta e gradual. Raúl Castro é mais adepto da abertura que Fidel, porém, está cercado de partidários da velha guarda que serão opositores de mudanças mais profundas. Além disso, Raúl é conhecido como um político sem carisma.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
comunismo, Cuba, democracia, economia, Fidel Castro, Granma, México, Raul Castro, reformas, revolução, transiçao
In Cuba, México on Fevereiro 20, 2008 at 7:02 pm
Com o objetivo de normalizar as relações financeiras e comerciais, México e Cuba firmarão um acordo para reestruturar a dívida de US$ 400 milhões que os cubanos possuem com os mexicanos. A informação foi divulgada pelo Bancomext (Banco de Comércio Exterior do México).De acordo com a agência Efe, esse acordo encerrará a interrupção de seis anos das relações financeiras do México com o Banco Nacional de Cuba. As negociações ocorreram por meio de uma iniciativa do presidente do México, Felipe Calderón. Essa dívida de Cuba com os mexicanos foi contraída no início dos anos 90 e deixou de ser paga em 2002. Os recursos haviam sido destinados para a ilha promover programas de financiamento que permitiram as empresas mexicanas estabelecer canais comerciais com Cuba.
No ano passado, o comércio entre os dois países atingiu US$ 200 milhões. No entanto, na década de 90, esse valor era de US$ 435 milhões.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
comunismo, Cuba, Fidel Castro, Granma, Itália, Raul Castro, reformas, revolução, transiçao
In Cuba on Fevereiro 20, 2008 at 7:02 pm
As autoridades cubanas devem aproveitar a renúncia de Fidel Castro para começar uma transição democrática. A afirmação foi feita pelo secretário de Estado de Relações Exteriores da Itália para América Latina, Donato Di Santo. Na sua avaliação, “o gesto de Fidel foi importante, nobre e esperado, tanto dentro quanto fora da ilha”.A partir de agora, as autoridades devem assegurar a estabilidade, soberania, respeito aos direitos humanos, defesa das conquistas sociais e o pluralismo, sustentou Di Santo. Para ele, é fundamental que o futuro presidente de Cuba, Raúl Castro, e as demais lideranças políticas não façam o país retroceder.
Di Santo acredita que o pluralismo de posições políticas devem ser reconhecidas como um patrimônio da sociedade cubana, e não como inimigas.
Sabedora das dificuldades econômicas que Cuba vive, a comunidade internacional movimenta-se para pressionar as autoridades locais a iniciar uma transição para a democracia. No entanto, esse processo deverá ser mais lento do que o esperado.
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comunismo, Cuba, democracia, Fidel Castro, França, Granma, Raul Castro, reformas, revolução, transiçao
In Cuba on Fevereiro 19, 2008 at 6:21 pm
Com a renuncia de Fidel Castro, a expectativa é que o país siga o caminho da democracia. A afirmação foi feita pelo secretário de Estado da França para Assuntos Europeus, Jean Pierre Jouyet, em entrevista concedida a rádio francesa Europe 1. “Não podemos fazer mais do que desejar que esse país siga o caminho da democracia”, afirmou ele.No seu entendimento, o castrismo era o símbolo do totalitarismo. Além disso, Fidel Castro não entendeu as evoluções do mundo nos anos 70 e 80, como também não soube interpretar a queda no muro de Berlim e o desmoronamento da ex-União Soviética.
Porém, Jouyet reconheceu que Castro “garantiu uma certa independência frente á forte presença dos EUA na América Latina”.
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comunismo, Cuba, Espanha, Fidel Castro, Granma, Raul Castro, reformas, revolução, transiçao
In Cuba on Fevereiro 19, 2008 at 6:20 pm
A renúncia do presidente de Cuba, Fidel Castro, é uma notícia de grande impacto que poderá representar a materialização das reformas anunciadas nos últimos meses por seu irmão Raúl. A afirmação foi feita pela secretária de Estado da Espanha para a Região Ibero-Americana, Trinidad Jiménez. Apesar disso, a espanhola disse que o afastamento de Fidel precisa ser recebido com cautela.De acordo com Jiménez, o governo da Espanha mantém contato permanente com a embaixada do país em Cuba e, por isso, estava esperando por essa decisão há alguns meses. A reação dos espanhóis somada a da França indica que a comunidade internacional está esperançosa que tenha início um processo de reformas democratizantes na ilha.
Além destes dois países, cubanos residentes em Miami (EUA) comemoram a saída de Fidel pelas ruas.
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comunismo, Cuba, EUA, Fidel Castro, George W. Bush, Granma, Raul Castro, revolução, transiçao
In Cuba, EUA on Fevereiro 19, 2008 at 6:09 pm
A renúncia de Fidel Castro “deve ser o começo da transição democrática em Cuba”. A afirmação foi feita pelo presidente dos EUA, George W. Bush. Em entrevista concedida em Kigali, capital de Ruanda, o norte-americano disse que “a comunidade internacional deveria trabalhar com o povo cubano para começar a construir instituições para a democracia. Eventualmente, esta transição deveria acabar em eleições livres e justas”.No entendimento de Bush, “são os cubanos que sofrem com Fidel Castro. Eles são os que foram presos por suas crenças, e a eles se negou o direito a viver em uma sociedade livre”.
Para o presidente dos EUA, a saída de Fidel criará um ambiente de debate na comunidade internacional sobre a promoção da estabilidade.
No entanto, “enquanto isso, os prisioneiros políticos continuarão na prisão e as condições humanas seguirão sendo patéticas”.
Por fim, Bush disse que seria fundamental a libertação de prisioneiros como o primeiro passo da transição democrática.
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comunismo, Cuba, Fidel Castro, Granma, Raul Castro, revolução, transiçao
In Cuba on Fevereiro 19, 2008 at 6:06 pm
O futuro presidente de Cuba, Raúl Castro, tem 76 anos e é o ministro da Defesa mais duradouro do mundo. De acordo com a agência Efe, ele comanda as Forças Armadas cubanas desde a revolução cubana (1959). Durante este ano, foi o braço direito de seu irmão, Fidel Castro.Apesar de pertencer a velha guarda do partido comunista cubano, Raúl é conhecido como bom administrador. Ele supervisionou a redução de 20% do Exército no período posterior à derrocada da ex-União Soviética.
Para atingir seu objetivo, ele adotou critérios capitalistas a fim de tornar as Forças Armadas Revolucionárias auto-suficientes, com importante participação no setor do turismo, um dos mais importantes de Cuba.
Raúl também é o segundo secretário do partido comunista desde 1965, ano de sua fundação. Em função desse perfil mais moderado, muitos analistas acreditam que ele já começou o processo de transição na ilha. Resta saber qual será a intensidade dessas reformas.
Apesar da pressão externa e dos setores mais jovens do regime, ainda há muitos partidários de Fidel Castro com poder dentro das estruturas do governo. Além disso, Raúl está longe de ser um líder carismático como seu irmão.
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comunismo, Cuba, Fidel Castro, Granma, Raul Castro, revolução, transiçao
In Cuba on Fevereiro 19, 2008 at 6:03 pm
O ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, representou durante décadas um símbolo para a esquerda revolucionária. Durante meio século teve como principal característica o constante desafio aos EUA. Na ditadura militar da década de 70, abrigou militantes de esquerda em seu país. Sua última jogada política antes de se retirar, foi tornar pública a transição política na ilha.Apesar de sua grave crise econômica, Cuba é o único país que resistiu ao colapso da ex-União Soviética, ocorrido em 1991. Até então, o regime castrista recebia ajuda econômica dos soviéticos. Após isso, quem garantiu a resistência da ilha foi o carisma de Fidel Castro, mesmo com o seu governo ditatorial.
A partir de agora, o legado do líder cubano ficará sob responsabilidade do presidente da Venezuela, Hugo Chávez. O venezuelano será a maior liderança da esquerda ortodoxa na América Latina e o responsável pela retórica anti-americana. Em relação a Cuba, não deverá ocorrer grandes mudanças a curto prazo, pois os setores mais conservadores do partido comunista ainda têm muito poder dentro do regime.
No entanto, devido à pressão da comunidade internacional, dos opositores e da ala jovem do partido, não podem ser descartadas mudanças a longo prazo. Resta saber qual será a intensidade delas.
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ALBA, continente, governo, integração, política, Tabaré Vazquez, Uruguai
In Uruguai on Fevereiro 12, 2008 at 10:26 am
A missão conjunta que o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, quer realizar na Antártida com militares e científicos venezuelanos não é uma estratégia para seu país ser um integrante da ALBA (Alternativa Bolivariana para as Américas). A afirmação foi feita pelo presidente da Comissão de Defesa do Congresso uruguaio, Jorge Menéndez.De acordo com ele, essa missão está planejada para ocorrer desde 2005, com a visita da subsecretaria de Ciência e Tecnologia da Venezuela que solicitou fazer parte das viagens uruguaias à Antártida.
“O que há de concreto são mecanismos de cooperação em relação ao meio ambiente e de convivência pacífica”, afirmou Menéndez.
A missão uruguaia está prevista para ocorrer entre os dias 16 de fevereiro e 31 de março, juntamente com 11 científicos e 5 oficiais da marinha venezuelana.
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crise, diplomacia, economia, energia, EUA, governo, Hugo Chavez, Petróleo, Venezuela
In EUA, Venezuela on Fevereiro 12, 2008 at 10:25 am
Caso os EUA permaneçam com a “guerra econômica” contra a Venezuela, o fornecimento de petróleo para os norte-americanos será interrompido, ameaçou o presidente Hugo Chávez. Segundo a BBC Brasil, isso é uma resposta à decisão da petrolífera Exxon Mobil (EUA) de recorrer aos tribunais internacionais para receber o dinheiro investimento na Faixa do Orinoco, região que possui a maior reserva de petróleo do mundo. Desde que esse local foi nacionalizado, a PDVSA (Petróleos da Venezuela S.A.) ficou com a maioria acionária dos projetos de exploração, fato que não é aceito pela Exxon.Em reação ao parecer favorável dos tribunais à petrolífera norte-americana, Chávez afirmou: “Se vocês nos congelam, se chegam de verdade a congelar os ativos da PDVSA, se nos fazem mal, nós também vamos lhes fazer mal. Sabem como? Não enviaremos uma só gota de petróleo aos EUA”.
No entendimento do venezuelano, a decisão da Exxon está vinculada ao interesse dos norte-americanos em enfraquecer a sua revolução bolivariana. A ameaça feita por Chávez está relacionada a uma conjuntura de dificuldades internas que seu país vive. Como conseqüência, é utilizada a forte retórica anti-americana para unir seus aliados.
Porém, a chance do fornecimento de petróleo para os EUA ser cortado é próximo de zero. Isso ocorre porque as relações comerciais entre os dois países cresceram nos últimos anos. Se, por um lado os norte-americanos dependem do petróleo venezuelano, por outro, a Venezuela é dependente da exportação oriunda dos EUA.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
América Latina, continente, EUA, Felipe Calderon, George W. Bush, governo, influencia, México, política
In América Latina, EUA, México on Fevereiro 12, 2008 at 10:24 am
Os EUA perderam influência na América Latina e deveriam se aproximar dos amigos que ainda lhes restam. A afirmação foi feita pelo presidente do México, Felipe Calderón. Mesmo que os norte-americanos sejam um aliado tradicional dos mexicanos, os dois países enfrentam um momento difícil devido a questões como a imigração e ao narcotráfico. As informações foram divulgadas pela agência Reuters.No próximo domingo, Calderón irá aos EUA para se encontrar com a comunidade de imigrantes mexicanos residente no país. No entanto, não está previsto nenhum encontro com o presidente dos EUA, George W. Bush, ou com integrantes de seu governo. Segundo o presidente mexicano, o discurso gerado de alguns políticos contra os imigrantes (legais e ilegais) criou um clima de hostilidade.
“Estou muito preocupado porque isso gerou uma atmosfera cheia de preconceitos, uma atmosfera anti-imigrante, com certos temas que são também anti-mexicanos”, afirmou Calderón.
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acordo comercial, comércio exterior, energia nuclear, EUA, governo, Hugo Chavez, Irã, Petróleo, política, Venezuela
In EUA, Venezuela on Fevereiro 8, 2008 at 12:16 pm
O governo dos EUA deve investigar se o acordo petroleiro firmado entre a Venezuela e o Irã é contrário às leis norte-americanas, onde opera a Citgo filial da PDVSA (Petróleos da Venezuela S.A.). O pedido foi feito pelo congressista do partido republicano, Ileana Ros-Lehtinen. Ela anunciou que já encaminhou seu pedido à secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice e ao secretário do Tesouro, Henry Paulson.Como Washington não mantém relações diplomáticas com o Irã desde 1980, Ros-Lehtinen quer saber se o acordo firmado não viola as leis dos EUA que impõem sanções contra o Irã. Ela refere-se ao acordo firmado entre a PDVSA e a Petropars (empresa de petróleo iraniana).
Sua preocupação é saber se a Citgo está se beneficiando economicamente dos investimentos iranianos no setor energético venezuelano.
A vice-presidente do Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes tem investigado se os laços firmados entre o Irã e alguns países latino-americanos ameaçam a segurança dos EUA.
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Alan Garcia, Banco Central, crescimento, economia, governo, Peru, política
In Peru on Fevereiro 8, 2008 at 12:15 pm
Apesar da redução da atividade econômica nos EUA, o Peru deverá registrar uma expansão de 7% em 2008. A informação foi divulgada pelo Banco Central da Reserva. A economia peruana é sustentada pela exportação de seus minerais, cujas cotações poderão retroceder devido à crise no cenário internacional.Durante apresentação das perspectivas para este ano no Congresso Nacional, o presidente do Banco Central, Julio Velarde, disse que “o ano de 2007 fechou com um crescimento econômico de 8,5%. Em 2008, devido ao cenário vivido, deveremos crescer 7%”. Apesar disso, Velarde acredita que não haverá recessão na economia norte-americana, mas sim uma desaceleração.
Ele também projetou uma redução do superávit comercial do Peru. Em 2007, o superávit foi de US$ 8,400 bilhões contra US$ 8,934 bilhões de 2006. Para 2008, sua projeção é que esse valor fique em torno de US$ 5 bilhões.
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Argentina, comércio exterior, Cristina Kirchner, economia, exportacao, governo, importação, impostos, Nicanor Duarte Frutos, Paraguai, política
In Argentina, Paraguai on Fevereiro 8, 2008 at 12:14 pm
A Argentina apresenta resistências em eliminar o imposto de 45% sobre as exportações de solventes e derivados de petróleos vindos do Paraguai. Esse tributo está em vigência desde o dia 16 de novembro do ano passado. Em contrapartida, o governo argentino liberou licenças de exportação de solvente industrial, nafta de uso automotivo e gás líquido de petróleo. As informações foram divulgadas pelo diretor geral de Política Econômica da chancelaria do Paraguai, Didier Olmedo, em entrevista ao jornal “ABC Color”.Apesar da promessa argentina de eliminar esse imposto de 45%, a resolução continua vigorando, o que coloca as indústrias locais em sério risco de extinção. No entanto, Olmedo informou que as negociações para a eliminação desse imposto sobre a exportação continuam.
De acordo com ele, o setor privado argentino sustenta que as variações de preços obedecem ao comportamento dos derivados de petróleo e não aos efeitos do certificado de exportação.
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Alan Garcia, governo, Mario Vargas Llosa, Peru, política
In Peru on Fevereiro 7, 2008 at 10:14 am
Após recuperar-se de um problema coronário, o renomado escritor peruano Mario Vargas Llosa realizou uma visita ao presidente do Peru, Alan Garcia. Em declarações à imprensa local, o escritor disse ter vindo agradecer as manifestações de apoio que recebeu durante o período em que esteve internado.Com a visita, Llosa deu por superada a relação conflituosa que se estabeleceu durante o primeiro governo Garcia. Naquela oportunidade, ocorreu uma tentativa do presidente de estatizar os bancos peruanos. Perguntado a respeito do atual governo, Vargas Llosa reconheceu “a maneira responsável como o país vem sendo conduzido”. Ele enalteceu a promoção do livre mercado e do desenvolvimento do setor privado.
Llosa também opinou sobre a demanda peruana na Corte Internacional de Justiça de Haia e em relação ao julgamento do ex-presidente Alberto Fujimori. Para ele, o Peru está com a razão em virtude das diferenças marítimas com os chilenos e manifestou sua confiança que ambos os países mantenham uma relação de respeito e acatem a decisão do tribunal internacional. Já em relação ao julgamento de Fujimori, ele enalteceu o fato dele respeitar os direitos do acusado.
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Argentina, Cristina Kirchner, governo, Nestor Kirchner, Partido Justicialista, PJ, política, Roberto Lavagna
In Argentina on Fevereiro 7, 2008 at 10:13 am
O ex-presidente da Argentina, Néstor Kirchner, e o ex-ministro da Economia, Roberto Lavagna, se uniram para reorganizar o PJ (Partido Justicialista). Em declaração publicada no jornal argentino “Clarín”, Lavagna afirmou que “chegou o momento de resgatar o Justicialismo sobre a base da diversidade, sempre dentro de uma mesma filosofia”.Segundo a agência Afp, o acordo foi firmado entre Kirchner e Lavagna na última sexta-feira (1). A partir de agora, eles formarão um bloco que apoiará a indicação do ex-presidente como presidente do PJ. O Congresso dos peronistas está marcado para ocorrer no dia 7 de março.
Analisando a conjuntura interna do partido, Lavagna disse que “aqui há claramente uma maioria representada pelo ex-presidente (Néstor Kirchner) e pela atual presidente (Cristina Kirchner) e uma minoria, que é o setor que eu orientei nas últimas eleições”.
O ex-ministro da economia concluiu dizendo que nunca houve briga entre ele e Néstor. De acordo com Lavagna, ocorreram divergências políticas no final de 2005.
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aliados, Álvaro Uribe, Colômbia, EUA, governo, inteligencia, política
In Colômbia, EUA on Fevereiro 7, 2008 at 10:12 am
A Colômbia conseguiu enfraquecer de forma significativa as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). A avaliação foi feita pelo serviço de inteligência norte-americana.O país também é tratado como o “aliado mais incondicional” dos EUA e, segundo a inteligência, o presidente Álvaro Uribe “fortaleceu a democracia ao melhorar a segurança e implementar de maneira enérgica uma estratégia global contra o narcotráfico”. As informações foram divulgadas pela agência Efe.
Com base no relatório apresentado pelo diretor de inteligência, Michael McConnell, o enfraquecimento dos guerrilheiros é conseqüência do melhor treinamento das FARC. O documento também ressalta que Uribe enfrentou os grupos paramilitares, reduzindo os assassinatos e seqüestros. A respeito dos resultados contra o narcotráfico, eles foram classificados como “impressionantes”.
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alimentos, crise, economia, governo, Hugo Chavez, nacionalização, política, Venezuela
In Venezuela on Fevereiro 7, 2008 at 10:11 am
A escassez de alimentos pode trazer de volta as polêmicas decisões do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, contra empresas multinacionais, apesar de seu discurso mais “light” em relação ao ano passado. Segundo a agência Reuters, o venezuelano ameaçou nacionalizar as grandes companhias de distribuição de alimentos.Mesmo com os abundantes recursos advindos da venda de petróleo no mercado internacional, a Venezuela está convivendo com a escassez de produtos básicos nas prateleiras dos supermercados. Na avaliação de especialistas, isso é conseqüência do controle de preços adotados pelo governo. Além disso, está ocorrendo a falta de medicamentos.
Como esse problema atinge diretamente o setor social que apóia o atual presidente, o governo está atribuindo a escassez desses produtos aos empresários capitalistas. Apesar do forte crescimento econômico registrado nos últimos anos, a Venezuela possui uma das mais elevadas inflações do continente.
(Equipe Arko América Latina- americalatina@arkoadvice.com.br)
crise, desabastecimento, governo, Hugo Chavez, medicamentos, política, Venezuela
In Venezuela on Fevereiro 7, 2008 at 10:10 am
Em entrevista concedida ao jornal “El Nacional”, o presidente da Federação Farmacêutica da Venezuela, Edgar Salas, declarou que nos últimos oito dias ocorreu um aumento no desabastecimento de medicamentos.Ele afirmou que a escassez já chega a 35% e descartou as versões oficiais de que isso está ocorrendo como conseqüência do aumento das compras por parte da população. “Eu não acredito que os venezuelanos tenham tanto dinheiro para comprar medicamento assim”, disse.
O presidente da Federação Farmacêutica lembrou ainda que em anos anteriores a porcentagem de falta de medicamentos não passava de 8% a 10%. Ele enfatizou também que as farmácias e laboratórios revisam seus estoques e adotam as prevenções necessárias durante o mês de novembro.
Salas criticou a falta de um produção nacional de matéria-prima, fato que obriga o país a importar. “Há nove anos que se promete a criação de uma indústria química-farmacêutica”, ressaltou.
Dessa forma, a federação atribui à inexistência de matérias-primas no país, à entrega tardia de dólares e às dívidas com fornecedores nacionais e internacionais como as causas desse desabastecimento.
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crescimento, economia, Felipe Calderon, México, reservas internacionais
In México on Fevereiro 7, 2008 at 10:09 am
As reservas internacionais do México cresceram de US$ 79,925 bilhões (25/01) para US$ 80,116 bilhões (01/02), segundo informações do BCM (Banco Central do México). De acordo com a agência Reuters, desde 2006 as reservas internacionais vêm crescendo pelo ingresso dos derivados causados pelos elevados preços de petróleo no mercado internacional. Atualmente, o México é um dos 10 principais produtores e exportadores do mundo.No entanto, desde agosto de 2006 as reservas baixaram como conseqüência da decisão do governo em comprar divisas do autônomo banco central para o pagamento antecipado da dívida externa.
O aumento das reservas internacionais é fundamental para proteger a economia mexicana de uma eventual recessão nos EUA. Como o México é o principal parceiro comercial dos norte-americanos, ele dependem muito das relações econômicas com esse país.
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